Como viajar sem sair de casa! – Especial Museus Nacionais

Cá dentro e sem sair de casa é o mote para conhecer alguns dos mais conceituados monumentos e museus nacionais. Alguns desses oferecem visitas virtuais para que, no conforto do lar, possamos passear pelas suas colecções online.

Museu Calouste Gulbenkian

Visite aqui: https://gulbenkian.pt/museu/visita-virtual/

Veja a exposição online: https://artsandculture.google.com/exhibit/calouste-gulbenkian-collection/uwKiR7UfRGaZIg

ou faça uma visita a 360º: https://gulbenkian.pt/museu/visita-virtual/

No site do museu da Fundação Gulbenkian encontra uma visita virtual pelas galerias da Coleção do Fundador e da Coleção Moderna. A Coleção do Fundador inclui objectos do Antigo Egito, do Oriente Islâmico, ou mesmo obras de Rembrandt, Turner, Monet, Rodin ou Lalique, enquanto que o acervo da Coleção Moderna é composto por obras dos portugueses Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Paula Rego ou Vieira da Silva, os artistas mais representados.

Museu da Farmácia

Visite aqui: https://www.museudafarmacia.pt/pagina.aspx?lang=pt&id=14

No site pode ver bem de perto as suas reconstituições de antigas farmácias portuguesas e não só. A visita virtual inclui as reconstituições Farmácia Estácio, Farmácia Chinesa, Farmácia Liberal, Farmácia Islâmica, Farmácia Pacheco Pereira e também a Farmácia Barbosa, a única em Portugal datada do século XVIII, que pertenceu ao Mosteiro de Paço de Sousa (Penafiel).

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Visite aqui: https://museus.ulisboa.pt/pt-pt/visita-virtual

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência, da Universidade de Lisboa, integra três núcleos: o Museu e Jardim Botânico, o Museu Mineralógico e Geológico, e o Museu Zoológico e Antropológico. Na visita virtual é possível visitar alguns espaços, como o Claustro do Museu, o Laboratório Chímico, a Sala José Júlio Rodrigues onde encontra a reserva visitável de química com 3000 objectos, ou a Sala da Baleia com colecções naturalistas representantes da fauna portuguesa. Em cada espaço há a possibilidade de saber mais e se quiser pode passar à frente recorrendo à planta do museu.

NewsMuseum

Visite aqui: https://www.newsmuseum.pt/visita-virtual/

No NewsMusem , a viagem é pela história da comunicação social e pelos grandes acontecimentos que marcaram a humanidade nos últimos 100 anos e com muita tecnologia. A experiência virtual é guiada por Luís Paixão Martins, o próprio fundador deste museu que vai dando dicas para uma melhor experiência virtual, enquanto explica o que são engenhocas como o Copiógrafo Gestetner.

Museu da RTP

Visite aqui: https://museu.rtp.pt/

A visita virtual ao Museu da RTP e da sua Coleção Visitável Museológica de Rádio e de Televisão pode começar por uma visita “passo-a-passo”. Pode conhecer os objectos ao pormenor, ouvir emissões antigas de rádio carregando em objectos ou aceder a um estúdio virtual e gravar o seu próprio noticiário. Pode ver ao pormenor um carro de exteriores que esteve ao serviço entre 1957 e 1980 e, inclusive, ligá-lo para ouvir o motor. O Museu Virtual da RTP inclui também experiências de realidade aumentada, exposições temporárias ou uma videoteca.

Descubra Portugal através dos seus museus, palácios e monumentos na plataforma online Arts and Culture da Google. Tem à disposição visitas virtuais e colecções de arte. Fique a conhecer alguns monumentos portugueses que são Património da Humanidade e Museus de referência.

Museu Nacional Soares dos Reis

Visite aqui: https://artsandculture.google.com/partner/national-museum-soares-dos-reis

O Museu Nacional de Soares dos Reis, antigo Museu Portuense e o primeiro museu de arte de Portugal, nasceu em 1833 quando D. Pedro IV decide estabelecer na cidade do Porto um Museu de Pinturas e Estampas. O objetivo da sua fundação foi preservar o património artístico proveniente sobretudo dos conventos extintos e, simultaneamente, promover a sua utilização para fins culturais e pedagógicos.

Museu Nacional Grão Vasco

Visite aqui: https://artsandculture.google.com/partner/gr%C3%A3o-vasco-museum

Em nada surpreende que o pintor Vasco Fernandes, celebrizado no decurso dos séculos com o epíteto Grão Vasco, seja a referência maior, na designação e nos conteúdos, do museu de Viseu.
A coleção principal do Museu é constituída por um conjunto notável de pinturas de retábulo, provenientes da Catedral, de igrejas da região e de depósitos de outros museus, da autoria de Vasco Fernandes (c. 1475-1542), o Grão Vasco, de colaboradores e contemporâneos. O acervo inclui ainda objetos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente provenientes da Catedral e de igrejas da região, a que acrescem peças de arqueologia, uma coleção importante de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, exemplares de faiança portuguesa, ourivesaria, porcelana oriental e mobiliário.

Museu Nacional Machado de Castro

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O Museu Nacional de Machado de Castro está instalado num edifício/monumento nacional, que testemunha diversos momentos arquitectónicos. Foi Fórum Romano nos primeiros anos da Era Cristã, Palácio Episcopal desde a nacionalidade e Museu após a implantação da República Portuguesa. O nome escolhido para designar este Museu foi uma justa homenagem ao conimbricense Joaquim Machado de Castro, grande vulto da escultura nacional.
Passado quase um século sobre a data da sua fundação, o Museu apresenta-se renovado e ampliado, segundo um projeto da autoria do arquiteto Gonçalo Byrne.

Museu Monográfico de Coimbra

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O Museu das ruínas de Conímbriga tem uma coleção composta exclusivamente de material arqueológico encontrado na cidade. A exposição atual exibe objetos cotidianos organizados por tema e evoca o fórum monumental, o domus rico, o vigor do comércio romano, a religião e os credos da população romanizada e a presença sueca e visigótica. Os mosaicos, que foram preservados in situ, formam uma vasta e inestimável coleção que é muito apreciada pelos visitantes. A Casa dos Repuxos possui um piso de mosaico com cerca de 569 m2, importantes vestígios de pintura mural e um único jardim peristilo central com um lago e jatos de água.

Museu Nacional de Arte Antiga

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Criado em 1884, no Palácio Alvor, o MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga alberga a mais relevante coleção pública portuguesa, entre pintura, escultura, ourivesaria e artes decorativas, europeias, de África e do Oriente. Composto por mais de 40 000 itens, o acervo do MNAA compreende o maior número de obras classificadas pelo Estado como “tesouros nacionais”. Engloba também, nos diversos domínios, obras de referência do património artístico mundial de entre a Idade Média e os alvores da Contemporaneidade.

Museu Nacional do Azulejo

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O Museu Nacional do Azulejo fica no antigo Convento da Madre de Deus fundado em 1509 pela rainha Leonor. A sua coleção apresenta a história dos azulejos em Portugal, a partir da segunda metade do século XV.
Século até aos dias de hoje, provando que o azulejo continua a ser uma expressão viva e identitária da cultura portuguesa.

Museu Nacional de Arte Contemporânea

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O Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, fundado em 1911, constitui-se como um dos primeiros museus de arte contemporânea a ser criado em todo o mundo.
Situado no centro histórico de Lisboa, reúne uma vasta colecção que atravessa a história da arte portuguesa desde a segunda metade do século XIX até à actualidade, constituindo local de visita obrigatória para o conhecimento e fruição da arte portuguesa moderna e contemporânea.
O programa de exposições temporárias assume uma grande relevância no conjunto das actividades do museu. A apresentação da coleção é periodicamente renovada partindo dos seus diversos segmentos temporais e em função de um trabalho de investigação histórica e crítica, mas a programação não se cinge à arte portuguesa, focando-se igualmente nos artistas e movimentos do modernismo internacional e acompanhando e divulgando a criação artística contemporânea, nacional e internacional, através de co-produções com outros museus e centros de arte

Museu Nacional dos Coches

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O Museu Nacional dos Coches tem um novo edifício com uma nova dinâmica no território envolvente ao museu, criando novos espaços públicos e percursos na cidade que evocam anteriores vivências. O novo edifício do Museu dos Coches é constituído por um pavilhão principal com uma nave suspensa e um anexo, com uma ligação aérea, que assegura a circulação entre os dois edifícios. A disposição espacial destes corpos cria uma espécie de pórtico que aponta para uma praça interna, para onde também se viram as construções antigas da Rua da Junqueira. O novo Museu inclui espaços para exposição permanente e temporária, áreas de reservas e uma oficina de conservação e restauro que contribuirá para o desenvolvimento da conservação e restauro deste tipo de património. Foram concebidos novos espaços destinados, à Biblioteca, ao Arquivo assim como um Auditório que potencia a realização de um conjunto de atividades culturais que vêm engrandecer a programação pública do museu.

Museu Nacional de Arqueologia

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O seu acervo reúne, desde o momento da sua criação, as coleções recolhidas pelo seu fundador, José Leite de Vasconcelos, mas também de Estácio da Veiga, relativas ao Algarve, além das bens culturais recolhidos, pela oitocentista Sociedade Arqueológica Lusitana, nas escavações de Tróia (Grândola). A estas somaram-se numerosas outras, umas por integração a partir de outros departamentos do Estado (por exemplo: coleções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, incorporadas no Museu após a implantação da República; coleções de arqueologia do antigo Museu de Belas Artes, transferidas quando se criou o atual Museu Nacional de Arte Antiga; etc.), outras por doação ou legado de colecionadores e amigos do Museu (por exemplo: doações Bustorff Silva, Luís Bramão, Samuel Levy, etc.), outras mercê da intensa atividade de campo das equipas do próprio Museu ou de arqueólogos; outras, ainda, por despachos governamentais, ao abrigo da legislação aplicável, sempre que se considera o valor nacional de bens arqueológicos descobertos em Portugal.

Museu Nacional da Música

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O Museu Nacional da Música possui uma das mais ricas coleções de instrumentos musicais da Europa, alguns deles classificados como Tesouros Nacionais, como é o caso do Violoncelo Stradivarius Chevillard – Rei de Portugal, do Cravo Antunes, ou do Cravo de Pascal Taskin. O acervo inclui peças do séc. XVI ao séc. XXI, de produção portuguesa e internacional, de tradição erudita e popular. Além de instrumentos musicais, os visitantes podem encontrar no museu documentos, fonogramas e iconografia. O Museu possui também um Centro de Documentação e dinamiza uma vasta programação de extensão cultural, em que se destacam concertos, visitas temáticas e ateliers.

Museu Nacional do Traje

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O Museu Nacional do Traje, criado em 1976, reúne uma coleção de indumentária histórica e acessórios de traje, desde o séc. XVIII à atualidade, que apresenta ao público quer na sua exposição permanente quer em exposições temporárias. Está instalado no Palácio Angeja-Palmela e tem anexo o Parque Botânico do Monteiro-mor.

Museu Nacional do Teatro

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O Museu Nacional do Teatro é o museu nacional e o grande arquivo das memórias e da História das artes do espetáculo em Portugal. O Museu está instalado no Palácio Monteiro-Mor, um edifício do século XVIII que foi restaurado e adaptado especificamente para este efeito. Atualmente, a coleção do museu, que começou a ser constituída em 1979, já apresenta perto de 250.000 peças. Estas incluem trajes e adereços de cena, cenários, figurinos, cartazes, programas, discos e partituras e cerca de 120.000 fotografias. Existe também uma biblioteca especializada com 35.000 volumes. O Museu Nacional do Teatro tem apresentado periodicamente exposições temporárias dedicadas a companhias de teatro, a figuras ligadas ao mundo do espetáculo e a aspetos menos conhecidos do teatro e de todas as atividades das Artes do Espetáculo em geral.

Museu Nacional de Etnologia / Museu de Arte Popular

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O Museu Nacional de Etnologia / Museu de Arte Popular é o detentor do património
etnográfico de maior relevância a nível nacional, sendo responsável pela salvaguarda e gestão de cerca de meio milhão de espécimes patrimoniais. As coleções etnográficas do Museu repartem-se entre dois núcleos distintos. Por um lado, as coleções reunidas pelo Museu Nacional de Etnologia, a partir da sua criação, em 1962, pela própria equipa que introduziu a moderna antropologia em Portugal. Estas coleções somam um total de 42.000 peças e são representativas de 80 países dos 5 continentes, com maior expressão das culturas africanas, asiáticas e ameríndias, assim como da própria cultura
tradicional portuguesa. O segundo núcleo das coleções etnográficas é constituído pelas 11.600 peças do acervo do Museu de Arte Popular, reunidas, na sua grande parte no âmbito de exposições de propaganda promovidas pelo Estado Novo nas décadas de 1930-1940, diferenciando-se largamente das coleções congéneres do Museu Nacional de Etnologia pelo menor grau, ou total ausência de informação sobre a sua origem. Na sequência da transferência do acervo do Museu de Arte Popular, em 2007, para o edifício do Museu Nacional de Etnologia, ambos os museus foram reunidos, em 2012, numa única unidade museológica – Museu Nacional de Etnologia / Museu de Arte Popular.

Casa-Museu Anastácio Gonçalves

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A Casa-Museu Anastácio Gonçalves é um espaço museológico da cidade de Lisboa onde se expõe o acervo reunido pelo médico colecionador António Anastácio Gonçalves. O conjunto de cerca de 3.000 obras de arte compõe-se por três grandes núcleos: pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, porcelana chinesa e mobiliário português e estrangeiro.
Existem ainda importantes núcleos de ourivesaria civil e sacra, pintura europeia, escultura portuguesa, cerâmica europeia, têxteis, numismática, medalhística, vidros e relógios de bolso de fabrico suíço e francês.
Para além das obras reunidas pelo colecionador, a Casa-Museu encerra ainda um significativo espólio documental e um conjunto de desenhos, aquarelas e pequenos artefactos pertencentes ao espólio do pintor Silva Porto.

Palácio Nacional da Ajuda

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O Palácio Nacional da Ajuda foi declarado Monumento Nacional pelo Decreto de 16 de Junho de 1910. Durante as primeiras décadas do regime republicano dependia da Fazenda Pública, mantendo-se como palco para cerimónias oficiais e recebendo os visitantes que a Fazenda autorizava. Em 1968 abriu ao público como casa-museu, e desde a década de oitenta, tem vindo a destacar-se como instituição museológica no panorama nacional e internacional. A partir dos anos oitenta começou-se a proceder à reconstituição desta residência real, alicerçada em rigorosa investigação histórica. Desde 1996, com o programa “Uma Sala Um Mecenas” cujo objetivo é restituir ao palácio as decorações e ambientes à época de D. Luís, foram já reconstituídas, com o patrocínio de instituições privadas, nove salas do Palácio. O edifício do Palácio Nacional da Ajuda não é, no presente, apenas a antiga residência real. Na ala norte do palácio estão instalados a Biblioteca da Ajuda (antiga biblioteca régia), a Galeria de Pintura do rei D. Luís I (concebida para a apresentação da coleção privada de pintura do soberano e atualmente sob a gestão direta da DGPC) e a Secretaria de Estado da Cultura. No quarto andar da ala sul está instalada a Direção Geral do Património Cultural. Cenário dignificante das cerimónias protocolares de representação de Estado, o Palácio da Ajuda desempenhou sempre essa função desde os primeiros tempos até aos dias de hoje. É nessa condição que o Palácio Nacional da Ajuda continua a emprestar o seu brilho às cerimónias da Presidência da República, para além de constituir um dos mais importantes museus de artes decorativas do país.

Panteão Nacional

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O Panteão Nacional homenageia algumas das mais importantes personalidades da história e cultura portuguesa de todos os tempos, os Presidentes Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona, os escritores Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro e João de Deus, a artista Amália Rodrigues e o marechal Humberto Delgado.

Património Mundial:

Convento de Cristo

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Convento de Cristo é o nome pelo qual é geralmente conhecido o conjunto monumental constituído pelo Castelo Templário de Tomar, o convento da Ordem de Cristo da época do Renascimento, a cerca conventual, hoje conhecida por Mata dos Sete Montes, a Ermida da Imaculada Conceição e o aqueduto conventual, também conhecido por Aqueduto dos Pegões. O castelo teve a sua fundação em 1160 e compreendia a vila murada, o terreiro e a casa militar situada entre a casa do Mestre, a Alcáçova, e o oratório dos cavaleiros, em rotunda, a Charola, esta concluída em 1190. Em 1420, com o castelo, então sede da Ordem de Cristo, o Infante D. Henrique, o Navegador, transforma a casa militar num convento, para o ramo de religiosos contemplativos que ele introduz na Ordem de Cristo, e adapta a Alcáçova para sua casa senhorial. No início do século XVI, D. Manuel I, Rei e Governador da Ordem de Cristo amplia a Rotunda templária para ocidente, com uma nova construção extramuros, a qual inicia um discurso decorativo que celebra as descobertas marítimas portuguesa, a mística da Ordem de Cristo e da Coroa numa grandiosa manifestação de poder e de fé. A partir de 1531, com a reforma da Ordem de Cristo, por D. João III, vai ser construído o grandioso convento do renascimento, contra o flanco poente do castelo, e rodeando a Nave Manuelina. O convento verá a sua conclusão com o aqueduto com cerca de 6 km de extensão, com Filipe II de Espanha, e com os edifícios da Enfermaria e da Botica, no tempo que sucedeu à guerra da Restauração. O conjunto destes espaços, construídos ao longo de séculos, faz do Convento de Cristo um grandioso complexo monumental que mereceu a classificação de Património da Humanidade, pela UNESCO.

Mosteiro da Batalha

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O Mosteiro da Batalha é o mais importante edifício gótico português, destacando-se consideravelmente também a nível ibérico e europeu. É ainda o berço da arquitetura manuelina. O mosteiro foi primeiramente classificado como Monumento Nacional em 1907 e em 1910, e como Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 1983. O serviço do mesmo nome é tutelado pela Direção-Geral do Património Cultural, Ministério da Cultura, sendo responsável pela abertura do monumento ao público com as comodidades necessárias, pela disponibilização de informação e oferta de atividades, bem como pela manutenção do edifício e das suas coleções.

Mosteiro de Alcobaça

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O Mosteiro de Alcobaça integra a Lista do Património Mundial da UNESCO desde Dezembro de 1989. O conjunto monumental do Mosteiro de Alcobaça constitui um dos mais notáveis e bem conservados exemplos da arquitetura e filosofia espacial Cisterciense. Alcobaça foi a última fundação em vida de São Bernardo e o primeiro monumento integralmente gótico do país. A Abadia foi fundada em 1153, por doação de D. Afonso Henriques a São Bernardo de Claraval. As obras de construção do atual edifício só se iniciaram por volta de 1178, arrastando-se por várias décadas, em consonância com as dimensões absolutamente excecionais do monumento. A igreja, com 100 metros de comprimento, representa o maior espaço religioso gótico existente no país.

Palácio Nacional de Mafra

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Mandado construir no século XVIII pelo Rei D. João V em cumprimento de um voto para obter sucessão do seu casamento com D. Maria Ana de Áustria ou a cura de uma doença de que sofria, o Palácio Nacional de Mafra é o mais importante monumento do barroco em Portugal. Construído em pedra lioz da região, o edifício ocupa uma área de perto de quatro hectares (37.790 m2), compreendendo 1200 divisões, mais de 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões. Tal magnificência só foi possível devido ao ouro do Brasil, que permitiu ao Monarca pôr em prática uma política mecenática e de reforço da autoridade régia.

Torre de Belém

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Construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa, é uma das joias da arquitetura do reinado de D. Manuel I. No conjunto arquitetónico podemos separar dois corpos distintos, modelos da arquitetura militar: a torre de menagem medieval e o baluarte moderno que, com dois níveis para disparo de artilharia, permitia um tiro de maior alcance, rasante e em ricochete sobre a água.
A Torre de Belém é um referente cultural, um símbolo da especificidade do país que passa pelo diálogo privilegiado com outras culturas e civilizações. Guardiã da nossa Individualidade e Universalidade, viu este estatuto confirmado quando, em 1983, foi classificada pela UNESCO como “Património Cultural de toda a Humanidade”.

Mosteiro dos Jerónimos

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O Mosteiro dos Jerónimos foi declarado Monumento Nacional em 1907 e, em 1983, a UNESCO classificou-o como “Património Cultural de toda a Humanidade”. Perto do local onde o Infante D. Henrique, em meados do séc. XV, mandou edificar uma igreja sobre a invocação de Sta. Maria de Belém, quis o rei D. Manuel I construir um grande Mosteiro. Para perpetuar a memória do Infante, pela sua grande devoção a Nossa Senhora e crença em S. Jerónimo, D. Manuel I decidiu fundar em 1496, o Mosteiro de Sta. Maria de Belém, perto da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo. Doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, é hoje vulgarmente conhecido por Mosteiro dos Jerónimos. O Mosteiro é um referente cultural que não escapou nem aos artistas, cronistas ou viajantes durante os seus cinco séculos de existência. Foi acolhimento e sepultura de reis, mais tarde de poetas. Hoje é admirado por cada um de nós, não apenas como uma notável peça de arquitectura mas como parte integrante da nossa cultura e identidade.

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